quinta-feira, 14 de junho de 2012

QUANTO VALE UM CORAÇÃO


Em uma cidade que se chamava campus morava um certo rapaz cujo qual tinha passado por um momentos triste  em sua vida, seu nome era Harry, um rapaz simples ao qual amava lêr.
Harry tinha 17 anos e ainda estava terminando o ensino medio, ele morava com os avós dele pois seus pais morreram em um acidente de carro,em que Harry estava junto, e uma viajem feita por eles, naquela epoca Harry tinha apenas 12 anos mais  até hoje guarda em suas memórias as cenas daquele terrivel acidente. Em uma casa simples morravam Oliver seu avó paterno e sua avó Marian ,ele vivia uma vida boa mais nunca ficou feliz com  o que  destino lhe preparou, já fazia algum tempo que Harry percebia a fraqueza de seu avó Oliver pós ele ja estava muito velho, seus avó sempre consutarão um médico de confiança, mais nenhum dele estava pronto para o que ia aconteçer!
Em uma manhã como todos os dias Harry se levantou, tomou seu banho e foi até a mesa de café e lá estavam o esperando Marian e Oliver.
Marian- Olá querido como vai?
Harry- bem vó e vc? como vai?
Marian- como sempre querido venha e cansada!
Harry sorri, e lhe faz a mesma pergunta ao seu avô que responde - estou bem filho apenas com aquela gripe de sempre com um sorriso no rosto.
Oliver- Harry que tal irmos cortar algumas lenhas lá no quintal hoje?
Marian- diga que sim Harry seria ótimos vocês passarem o dia juntos hoje (sorriso)
Harry- Claro vô, vamos sim ..
e Lá foram eles, no quintal dos avôs de Harry era bem espaçoso o bastante para que eles cortassem lenhas.
Oliver- diga-me filho como anda o seu coração? já encontrou alguma moça legal na escola?
Harry- não vô quero foca em meus estudos no momento ( Harry diz com um olhar manso e com a certeza em seu coração que não avia outra pessoa que pudesse preencher o vazio que nele avisa, muito menos uma garota qualquer).
E ali ficaram por algumas horas do dia, quando Marian os chamam para almoçar, logo depois do almoço Harry descide ir para seu quarto como gostava de fazer sempre. entrando no quarto Harry pega um Livro e começa a lêr, um livro meio que melô-romantico de um escritor famoso da epoca, quando e supreendido com um grito de Marian.
Marian - Harry querido me ajude seu avô desmaiou!!!
Harry desce correndo as escadas quando se depara com seu avô desmaiado no chão da sala.
Harry- Vó o que aconteçeu?
Marian não sei querido ele apenas caiu.
Harry e Marian levam seu avô ao pronto socorro mais perto em que avida na cidade, chegando lá seu avô ja muito mal, tem um ataque cardíaco ao qual não consegue sobreviver.
Naquele momento, quando os médicos dão a noticia a eles Harry não se contenta, com que aconteçeu e com lagrima nos olhos pedi para-o vê-lô.
Chegando na sala em que Oliver estava, Harry chora muito se lamentando e ao mesmo tempo pensando como poderia aconteçer isso com ele!
ele pega na mão de seu avô, quando é supreendido com um golpe na cabeça e cai ao chão ao lado da maca de seu avô.
Do outro lado da sala Marian sem saber o que estava aconteçendo, chora muito pela perda de seu marido, o doutor vem até a ela e pergunta de Harry.
Marian- como assim ? Harry entrou para vêr Oliver.. ai meu Deus o que esta aconteçendo?? Doutor Henri- Não seu Marian apenas pensei que ele estivesse aqui ao seu lado, não vimos ninguêm entrando lá.
Marian começa a procurar pelo hospital seu neto que já avia desapareçido algumas horas e não-o encontrou.
Uma doutora chamada Fernanda tinha tentado matar Harry ,para que ela podesse ficar com alguns orgão do garoto, ao qual ela guanharia muito com isso.
ela levou Harry para um quarto do hospital, e começou a fazer alguns tipos de exames no garoto, a Dra deu-lhe uma pequena dose ao qual o mataria de uma parada cardíaca, quando Marian entrou na sala desesperada.
 Marian- O quê você esta fazendo com meu filho Dra ?
a Dra respondo com um imenso medo em seu olhar, não sabendo o que poderia aconteçer e começa a falar - Eu achei ele muito mal na lanchonete, ele estava caio sobre a mesa e quando eu ví ,notei que ele tinha tomado um remédio ao qual server como suícidio, vamos levar ele depresa vamos..
Elas correm numa maca, quando sua vó olha para sua face nota que ali ainda tinha uma lágrima em seus olhos , Marian começa a desconfia dessa tal Dra, mais o mais importante era salvar a vida de seu neto.
Fizeram alguns exames e chegaram na conclusão em que realmente avisa em seu estomago algumas doses de remédio para qual servia ao suicidiu.
Como se não bastava a morte de seu marido Marian tinha que ser forte para tentar salvar a vida de seu neto.
o Dr Henri, chega mas não com boas noticias, e ele diz que Harry tinha apenas algumas horas de vida, seu coração estava muito fraco e que Harry precisava de um transplante imediatamente, mas ele não tinha nenhum doador no momento.
Marian já não sabia mais o que fazer, desesperada por não saber como isso tinha acontecido ela entra em desespero ,e a unica coisa que vem em sua mente é, fazer algo que ninguêm jamais poderia fazer, da a sua vida pelo seu neto.
Em outro lado do hospital o Dr. Henri vêr o que pode fazer por Harry.. e naquele momento Harry ainda deitado em uma maca, com varios médicos ao seu redor, tem um pequeno sonho ao qual pode significar muito daqui para sempre!
Harry sonhou que andava pelos corredores do hospital, quando ver sua avó Mirian toda de branco com seu avô Oliver ao lado , Harry sai correndo e os abraçam como se fosse a ultima vez, e ela apenas diz assim: Harry querido, seja forte como vc foi até hoje, quando se sentir triste pense em mim pois estarei ao seu lado até que morra!!
Em seus olhos o Dr. Henri vêr uma lágrima, sinal que ali em Harry ainda havia vida!
3 mêses depois...
Laura- Bom dia Harry como vai?
Harry abre lentamente seus olhos e se depara com uma médica ao qual não conheçia, ele olha para seu lado , e nota que estava em uma sala onde avia algumas pessoas ao seu redor. Harry lentamente pergunta sobre seus avôs, e varias e varias outras perguntas, passando ali um tempo contando o que tudo aconteçeu Harry chora muito, mais ao mesmo dia recebe alta e volta para casa.  Chegando em casa encontra as coisas assim como as deixarão quanto foram ao hospital, Harry entra em seu quarto e senta em sua cama, quase não acreditando no que aconteçeu, quando senti algo em seu coração ,como uma voz há falar com Harry;
Harry mudou a sua vida, mudou tudo o que avia nele, Harry já não era mais o mesmo! como pode aconteçer algo assim? Ter seu corpo mais não sabe o que passa em seu proprío coração, o Dr Henri disse para ele o que aconteçeu naquela epoca!
O que teria demais uma vó ter um amor tão grande assim pelo seu neto?
ao ponto de doar-se seu coração, entroca da vida?
Marian morreu no lugar de Harry, ela doou-se para que ele não morresse, mas assim como ela disse ela poderia sumir de sua vida fisicamente mais jamais do seu coração.
E assim aconteçeu Harry virou escritor! O que ele escrevia? as histórias jamais contadas por ninguêm há não ser as lembranças de sua avó Marian que foi tema de suas histórias.
Harry sabia de tudo o que havia em seu coração, pois era como se ele não existisse e sim vivesse para sua avó Marian que jámais morreu em suas lembranças.
Harry não casou, não se mudou, e sempre ficou alí aonde cresceu e aprendeu com aqueles que os amaram, Harry apenas escreveu histórias de seu coração e assim encontrou O  VALOR VERDADEIRO DE UM CORAÇÃO.
 FÍM.

Carolina roberta nº33

Vovó conta-me uma história



No ano de 2008 Caio comprou sua passagem para a cidade de Santa Catarina aonde iria morar com seus avó pois já havia concluído seu estudos em Brasília.
Caio era um jovem como qualquer outro a não ser  pela perca de seus pais após seu nascimento .Seus pais se envolveram em um acidente  por incrível coincidência em santa Catarina assim contado por seus avós.
Na viagem caio passou muito mal mas ao chegar na pacata cidade em Blumenau  se sentiu melhor ao se encontrar com sua avó e com seu avô que não havia há 5anos.
O avô de caio tinha uma das pernas amputadas  mas não gostava de contar o que tinha acontecido e sua avó sofria de Alzheimer  e ataque de pânico .
Na manhã seguinte a avozinha de caio passou muito mal e foi levada ao hospital . Ao chegar na recepção assusta caio, sua avó começa a ter outro de seus ataques porém começa a pedir perdão a caio e repetir o nome de sua filha vária e várias vezes os médicos vieram e a doparam
Caio muito angustiado sem saber o que ocorria começou a chorar muito até que adormeceu.
No dia seguinte caio não parava de questionar sobre o que tinha ocorrido. E resolveu conversar com seu avô
Seu avô com poucas palavras o consolou  e caio já sentia melhor porém não havia esquecido
Caio foi ao cemitério aonde sua mãe foi enterrada e encontrou um bilhete muito estranho no tumulo de sua mãe que dizia perdão.
Caio juntou uma coisa com a outra e voltou para casa com muita raiva e disse muito irado :
- por que ? você me perde perdão o que você fez?!! Fala! Fala! Logo
Seu avô diz a ele :
-para com isto meu neto
-Vô eu preciso saber estou muito mal e sinto que vocês tem a resposta (chorando )
Seu avô começa contar :
-quando sua mãe engravidou de você sua avó não se agradou pois seu pai não tinha dinheiro não era estudado ele não era o que sua avo sonhou para sua mãe .Sua avó então resolveu por um fim em tudo isto já que sua mãe não queria se separar de seu pai .Oito meses se passaram.  Então sua avó  sabotou os fios do carro em que seu pai e sua mãe iriam sair para que ocorre se um acidente.Até que antes de sair eu resolvi ir com sua mãe pois seu pai estava doente e não podia ir levá-lá para a ultima consulta do pré natal foi então que o carro desgovernado na avenida desliza na pista molhada e capota minha perna ficou presas na ferragem porém sua mãe me disse:
– salva meu filho pai !!
-Eu peguei um facão e arranquei a carne que estava presa e me arrastei até perto de sua mãe. Ela já com dor de parto fez força e logo faleceu quando eu vi você já havia nascido e estava quase se enforcando.O resgate chegou e nos levou para o hospital e sua avó me contou o que ela havia feito .mas meu neto sua avó é doente .
- Mas e meu pai  ?
-Seu pai se matou após receber a noticia
Nesses momento  caio chorou muito e pensou e  resolveu pagar um tratamento para sua avozinha .
2 meses depois ela faleceu mais antes de falecer ela disse:
-filho desculpe-me por ter sido tão ruim
-descansa  vó
                                                      fim


Sabrina de oliveira  Nº33  

Peep Toe





Quem não conhece o Peep Toe? O nome parece bem complicado, mas com certeza você já cansou de ver este modelo por onde passa, não é mesmo?
O termo Peep Toe é de origem inglesa e sua característica mais marcante é uma abertura frontal que deixa aparecer a ponta dos dedos. Alguns modelos são fechados no calcanhar, como os Scarpins, ou possuem uma correia que os deixa com aspecto de sandália e lembram bastante os sapatos de modelo Chanel.
Delicado e elegante, o Peep Toe é um sapato romântico, o Peep Toe está se transformando no “Scarpin do verão”. Mais fresco do que o Scarpin, ele é tão versátil quanto o modelo de Dior e tem conquistado cada vez mais fãs em todo o mundo. Além de lindo, o modelo combina com todo tipo de roupa: saias, vestidos, saias, capris, bermudas e até shorts ficam lindos com o Peep Toe.




Lourena Sousa

Recesso no Cinema


Olá galera , ai vai dois filmes que todos estão aguardando para este recesso de Julho , bem pelo menos os meninos vão gostar.





Batmam – O cavaleiros das Trevas O incrível – Homem Aranha

Resurge Lançamento 06/07/2012

Lançamento 27/07/2012



Por: Lourena Sousa

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Criticas Crianças Invisíveis e A Jovem Rainha Vitória





Crianças Invisíveis
O filme “crianças invisíveis” é um retrato atual sobre as crianças no mundo todo. Tem como base retratar a convivência com os pais e os ambientes no qual frequentam essas crianças, mas a momentos que no documentário que não menciona a realidade sobre a economia dos países, apresentados, como podemos falar de crianças e seus problemas com os pais, e esquecer-se da economia dos pais, como podemos esquecer-nos dos políticos e deputados que não presta os serviços, pelos quais foram contratados pelo povo, e jogarem a culpa toda nos pais, esquecem que os pais dessas crianças poderia ter tido uma educação igual às dessas crianças, tem que ser lembrado que os atuais adultos não nasceram adultos antes disto foram simples crianças com vontade da mesma que temos hoje em dia ou até mais inocentes do que as de hoje. O documentário “crianças invisíveis” são sete curtas metragens incluída em um só documentário retrata a vida de crianças em cada canto do mundo, na qual conta as histórias de vida de cada uma delas, seus problemas de família, a pobreza dos pais. 

 


A Jovem Rainha Vitória

O filme A Jovem Rainha Vitória, relata a vida de uma princesa que.
Por ser a ultima da sua linhagem real antes de subir ao trono, era muito bem protegida, a princesa não dormia nem ao menos descia as escadas sem pelo menos a mãe ou uma dama de companhia, estar com ela.
Assim a menina Vitória cresceu com conflitos por não ser uma adolescente como qualquer outra, afinal ela tinha sangue real.

Um dia o Rei que também era seu tio paterno morre repentinamente e deixa o trono para sua amada sobrinha aos 18 anos se inicia o reinado de Vitória.
No começo a jovem, agora Rainha começa a conhecer as pessoas que estão em sua volta, que só invejavam a Coroa.
A garota começa a descobri jogos de poderes e o amor entre seu primo Albert de Saxe-Coburg  (Rubert Friend) e o político Lorde Melbourne(Paul Bettany ).
Entre erros e acertos como todo reinado ela consegue se superar tudo quanto, ela quiser uma rainha poderosa e segura, mas quando descobri que seu primo Albert tem uma ideia que a ajuda, não tem duvidas em relação entre seu amor, e juntos, foi o reinado em que um casal se casou verdadeiramente com amor e não por questões políticas ou entre outras e rodeavam a cultura inglesa.
Assim a opinião que é formada sobre ele é muito boa, pois há conflitos amorosos, conflitos entre poderes é há também conflitos entre família e muito mais.
Lendo alguns comentários sobre este filme os “críticos”, não viram que para prender a atenção do publico teria que haver um pouco de questões amorosas e familiares no filme e não somente assuntos políticos.
  
Lourena Sousa

Segunda vez


Mas uma vez eu acordo nesse quarto até agora não acredito que ainda estou aqui. falta apenas uma semana para eu completar 18 anos, ai sim poderei me livrar desse inferno, não que eu não goste dos meus avós, longe disso, só que aqui tem tantas fotos deles que sinto vontade de sumir daqui, não entendo até agora o porque de eu não ter morrido junto, os médicos e policias dizem que foi um milagre que eu fui parar fora do carro se não teria morrido também na explosão que teve logo após o carro ter capotado, mas eu sei que não foi um milagre, foi ele, foi aquele homem que me tirou de lá falando que ainda não tinha chegado a minha hora não naquele momento, ele era alto, forte, e estava todo de preto e como era noite não pude ver seu rosto, mas nunca mais irei esquecer daquela voz. Acharam-me louca quando eu contei que tinham me tirado do carro, eles falaram que era impossível não tinha ninguém na estrada de madrugada, ninguém além de mim e meus pais. Bom meu nome é Sophia, tenho 1,65cm de altura, meus olhos são pretos, meu cabelo também é preto e agora vou contar vocês o dia em que a morte veio ao meu encontro pela segunda vez.
Estava no meu quarto ouvindo System of a down,  quando escuto meu avô me chamar.
- SOPHIA, SOPHIA VC VAI SE ATRASAR PRA ESCOLA SE CONTINUAR PRESA NESSE QUARTO.
- JÁ VAI VÔ
É sempre assim todo santo dia, ele grita de um lado e eu grito do outro, acho que a gente gosta de gritar mesmo. CAMBUUUU, nossa que barulho foi esse, saio do meu quarto ás pressas vejo meu querido vô estirado no chão e minha vozinha chorando ao pé do ouvido dele. Desço as escadas correndo para socorrer, quando chego perto dele meu avozinho começa a dar sinal de vida.
- O... O que aconteceu? Por que minha cabeça dói tanto? Onde estou?... bla bla bla
Eram tantas perguntas que eu não consegui raciocinar direito, também como podia minha avó choravam mais que animadora de velórios, sabe aquelas mulheres que são contratadas somente para chorar no enterro da pessoa, então minha avó estava superando elas.
- calma vó ele já está bem
- como calma meu “velho” caiu da escada menina como quer que eu fique calma em me explica?
Oh meu Deus eu deveria ter ficado na minha cama hoje, tudo é mim me mandava fingir que estava com dor de barriga, só pra não ter que levantar da cama. Mas não eu tinha que ser teimosa eu tinha que levantar, só Deus sabe o porquê deu ter levantado hoje.
- vó calma eu levo ele para o hospital somente mantenha a calma.
- avozinho você consegue levantar?
- acho que sim, minha filha.
- então venha ficarei aqui como apoio.
Foi até fácil levantar ele agora tenho que somente encontrar as chaves do carro só não sabe onde estão.
- vó procura as chaves do carro.
Tadinha da velha saiu correndo que nem louca atrás das chaves. Depois de uns cinco minutos nos já estavam dentro do carro minha avó ficou em casa com sua irmã caso precisasse de algo.
Ao chegar ao hospital falei com a recepcionista e em poucos minutos já tinha um medico chamando meu avô para a sala. Hm... é fim do mundo, hospital atendendo as pessoas tão rápido assim realmente é um milagre
Minutos depois...
Estava tão distraída lendo o meu livro que nem percebi que tinha ficado sozinha naquela sala de espera, acho que ainda não comentei, mas odeio quando isso me acontece sozinha numa sala branca com esses quadros feios e assustadores pareciam que estavam me olhando, é minha impressão ou a sala começou a ficar mais gelada do que o normal?. Eu preciso andar não aquento mais ficar aqui. Levantei-me às pressas e sai daquela sala assustadora.
Estava andando já fazia quase uns dez minutos acha que acabei me perdendo nesses corredores eu estava com sede a muito tempo ate que encontro um bebedouro no meio do caminho, quando meu abaixo percebo eu tem alguém em seguindo por esse corredores eu já desconfiada antes mas agora tinha plena certeza, alguma coisa ali me mandava sair rápido daquele corredores e voltar a esperar a meu avô. Nem esperei ele falar comigo já sai em disparada pelos corredores.
Eu entrava e sai de mais e mais corredores e não encontrava nada nem janelas ou portas, já estava ficando cansada de correr e ele sempre atrás de mim. Eu não sabia o que tinha que fazer, somente ouvia sua risada esse tom assustador na qual me fez gelar por completo eu já tinha ouvido em algum lugar mas o momento não era propicio para analisar de quem seria aquela voz. Eu entrei em mais um dos corredores, na metade do corredor acabei escorregando em algo que para mim não tinha nenhum significado ate  que levantei a mão, e vi que estava coberta de sangue, entrei e desespero e comecei a chorar, mas não o desgraçado daquela voz estava rindo e me assustando ainda mais, levantei do chão e sai correndo quando   de repente tropeço no meu all star e vou ao  chão mais uma vezes, eram tantos quadros meu seguindo com olhar. Levantei-me e comecei a caminhar até que vi uma porta, finalmente, para minha surpresa estava liberta daquele que e perseguia, quando abro  porta dou de cara com a sala de espera e lá estava ele o que me perseguia sentado numa das cadeiras de espera me encarando.
- porque demorou tanto pequena? Você não sabe que eu ondei esperar.
OH MY GOD, como ele chegou aqui primeiro do que eu? Ele estava atrás de mim ate agora pouco? Ai meu santo jegue que será ele? E essa voz eu a conheço de algum lugar, mas de onde?
- não se lembra de mim pequena? Não tem nem dois anos direito desde a ultima vez que nos vimos.
- sabe naquela estrada, o acidente... agora lembrou pequena?
 Era ele, foi ele quem me salvou naquele dia.
- é você, você me salvou.
- não, não pequena, você não se lembra do que eu tinha ti falado?
- não me lembro
- eu não tinha ti salvado, somente não tinha chegado a sua hora... mas hoje kkkkkkkkk
De hoje você não passa pequena, hoje é seu dia de ir
Mas o que esse louco esta falando? Como assim “ de hoje você não passa” ele ta pensando que é quem, mãe dina pra saber a hora que cada um vai ou fica.
- não pequena eu não sou mãe dina.
- quer saber quem eu sou?
-claro que quero
- sou a morte
-que?
- sou a morte ou o ceifeiro se preferir, e hoje é o dia da colheita, hoje eu vim colhe você pequena.
- por que eu? Por que agora?
- não sou eu quem escolhe pequena acontece somente isso, acontece.
- eu não quero ir eu não vou não agora.
- não adianta chorar eu não irei fazer nada a não ser levar sua alma comigo.
-vamos sente-se pequena, não fique no chão você poderá pegar um resfriado desse jeito.
- vou ali pegar uma água para você e já volto.
Eu estava em estado de choque como assim a minha hora tinha chegado?
Não podia ninguém me perguntou se eu queria, nesse meio tempo dele ter ido pegar uma água para mim, entra um grupo de assaltantes no hospital e começam a atirar para tudo que é lado, um desses tiros me acerta no peito, e eu caio no chão, começa a sair sague pela minha boca, as imagens começam a ficar distorcidas eu não consigo enxergar direito... Oh Deus por favor não agora, não quero ir agora.
- Por favor, Por...r  favor, por
- eu ti falei pequena hoje era o seu dia, não tem como reverter isso até pequena. 

Nome: Kenia Almeida da costa
Nº:24, 3ºD