terça-feira, 24 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
COMO FAZER UMA BOA REDAÇÃO
Dominar
a arte da escrita é um trabalho que exige prática e dedicação. No entanto,
conhecer seu lado teórico é muito importante. Aqui você encontra um resumo
desta teoria. Aplique-a em seu trabalho, mas não se esqueça: você precisará
fazer a sua parte, isto é, escrever.
SIMPLICIDADE
Use
palavras conhecidas e adequadas. Escreva com simplicidade. Para que se tenha
bom domínio, prefira frases curtas. Amarre as frases, organizando as idéias.
Cuidado para não mudar de assunto de repente. Conduza o leitor de maneira leve
pela linha de argumentação.
CLAREZA
O
segredo está em não deixar nada subentendido, nem imaginar que o leitor sabe o
que você quer dizer. Evidencie todo o conteúdo da sua escrita. Lembre-se: você
está comunicando a sua opinião, falando de suas ideias, narrando um fato. O
mais importante é fazer-se entender.
OBJETIVIDADE
Você
tem que expressar o máximo de conteúdo com o menor número de palavras
possíveis. Por isso não repita ideias, não use palavras demais ou outras coisas
que só para aumentem as linhas. Concentre-se no que é realmente necessário para
o texto. A pesquisa prévia ajuda a selecionar melhor o que se deve usar.
UNIDADE
Não
esqueça, o texto deve ter unidade, por mais longo que seja. Você deve traçar
uma linha coerente do começo ao final do texto. Não pode perder de vista essa
trajetória. Por isso, muita atenção no que escreve para não se perder e fugir
do assunto. Eliminar o desnecessário é um dos caminhos para não se perder. Para
não errar, use a seguinte ordem: introdução, argumentação e conclusão da ideia.
COERÊNCIA
A
coerência entre todas as partes de seu texto, é fator primordial para se
escrever bem. É necessário que elas formem um todo. Para isso, é necessário
estabelecer uma ordem para as ideias se completem e formem o corpo da
narrativa. Explique, mostre as causas e as conseqüências.
FMU – DISCIPLINA: REDAÇÃO PUBLICITÁRIA –
PROFª FABIA GOMES
DEZ
DICAS RÁPIDAS PARA FAZER UMA BOA REDAÇÃO
1)
Na dissertação, não escreva períodos muito longos nem muitos curtos.
2)
Na dissertação, não use expressões como “eu acho”, “eu penso” ou “quem sabe”,
que mostram dúvidas em seus argumentos.
3)
Uma redação “brilhante”, mas que fuja totalmente ao tema proposto perde seu
valor.
4)
É importante que, em uma dissertação, sejam apresentados e discutidos fatos,
dados e pontos de vista acerca da questão proposta.
5)
A postura mais adequada para se dissertar é escrever impessoalmente, ou seja,
deve-se evitar a utilização da primeira pessoa do singular.
6)
Na narração, uma boa caracterização de personagens não pode levar em
consideração apenas aspectos físicos. Elas têm de ser pensadas como
representações de pessoas, e por isso sua caracterização é bem mais complexa,
devendo levar em conta também aspectos psicológicos de tipos humanos.
7)
O texto dissertativo é dirigido a um interlocutor genérico, universal; a carta
argumentativa pressupõe um interlocutor específico para quem à argumentação
deverá estar orientada.
8)
O que se solicita dos alunos é muito mais uma reflexão sobre um determinado
tema, apresentada sob forma escrita, do que uma simples redação vista como um
episódio circunstancial de escrita.
9)
A letra de forma deve ser evitada, pois dificulta a distinção entre maiúsculas
e minúsculas. Uma boa grafia e limpeza são fundamentais.
10)
Na narração, há a necessidade de caracterizar e desenvolver os seguintes
elementos: narrador, personagem, enredo, cenário e tempo.
quinta-feira, 29 de março de 2012
Resumo e Trechos realistas no conto "Umas Férias" de Machado de Assis
"Umas Férias"
Machado de Assis
O conto começa com a personagem José Martins, na
escola recebendo a inesperada visita de um homem com aparências rústicas
que ao perceber é seu tio José, a quem
chama de ‘’Zeca’’, que depois de conversar com o professor, faz com que ele
acabe saindo mais cedo da escola. Os dois seguem até a escola de Felícia a irmã
de José Martins,que conseqüentemente também acaba saindo mais cedo da escola.
Os irmãos que vão com o tio para casa e estranham o comportamento do mesmo que
parece estar triste e apreensivo, principalmente ao falar com as pessoas no
caminho.Mas muito felizes e esperançosos acreditam que algo bom como uma festa
de aniversário, ou alguma confraternização esta por acontecer,principalmente
José Martins que não gosta de ir a escola e muito menos de estudar.
Mas ao chegar em casa se deparam com uma triste surpresa,
o velório do próprio pai, que acaba de morrer.Se passa então a semana mais
triste da vida deles, que ficam loucos para voltar pra escola...Na
Segunda-Feira então quando retornam esquecem todos os problemas e voltam a
sorrir.
Trechos Realistas:
‘’...--
Sr. José Martins, pode sair.
A minha
sensação de prazer foi tal que venceu a de espanto. Tinha dez anos apenas,
gostava
de folgar, não gostava de aprender. Um chamado de casa, o próprio tio, irmão
de meu
pai, que chegara na véspera de Guaratiba, era naturalmente alguma festa,
passeio,
qualquer cousa. Corri a buscar o chapéu, meti o livro de leitura no bolso e
desci
as
escadas da escola, um sobradinho da Rua do Senado. No corredor beijei a mão a
tio
Zeca.
Na rua fui andando ao pé dele, amiudando os passos, e levantando a cara. Ele
não
me
dizia nada, eu não me atrevia a nenhuma pergunta. Pouco depois chegávamos ao
colégio
de minha irmã Felícia; disse-me que esperasse, entrou, subiu, desceram, e fomos
os três a caminho de casa. A minha alegria agora era maior. Certamente havia
festa em casa, pois que íamos os dous, ela e eu; íamos na frente, trocando as
nossas perguntas e conjeturas.’’
O trecho a cima é um dos mais
importantes e explicativos do conto, pois ele é quem da início a história, e a
fantasia de José Martins e sua irmã Felícia de que eles estariam saindo mais
cedo da escola para alguma festa.
‘’Não
se tratava de um dia santo, com a sua folga e recreio, não era festa, não
eram as
horas breves ou longas, para a gente desfiar em casa, arredada dos castigos da
escola.
Que essa queda de um sonho tão bonito fizesse crescer a minha dor de filho não
é cousa
que possa afirmar ou negar; melhor é calar. O pai ali estava defunto, sem
pulos,
nem
danças, nem risadas, nem bandas de música, cousas todas também defuntas. Se me
houvessem
dito à saída da escola por que é que me iam lá buscar, é claro que a alegria
não
houvera penetrado o coração, donde era agora expelida a punhadas.’’
Essa é a hora em que José Martins se
depara com a triste situação de seu pai morto, então a ficha dele lentamente
começa a cair e ele percebe que preferiria não ter saído da escola, e nem
ficaria alegre se soubesse o verdadeiro motivo de sua saída.
‘’A
missa do sétimo dia restituiu-me à rua; no sábado não fui a escola, fui à casa
de meu padrinho, onde pude falar um pouco mais, e no domingo estive à porta da
loja. Não era alegria completa. A total alegria foi segunda-feira, na escola.
Entrei vestido de preto, fui mirado com curiosidade, mas tão outro ao pé dos meus
condiscípulos, que me esqueceram as férias sem gosto, e achei uma grande
alegria sem férias.’’
O último e mais importante trecho
revela José Martins voltando a escola, e recuperando a sua alegria, e tentando
esquecer as suas tristes férias.E é ele também que explica praticamente toda a situação e até mesmo o título do
conto.Por si só um dos mais realistas.
Por :
Andreza Luz
Amanda
Gomes
Beatriz Gomes
Guilherme Carvalho
Thamires Fernandes
A página virada!
Esse vídeo é um pouco antigo já na internet e acho que muitos já viram. Mas achei interessante postar no blog, pois mostra como o ser humano pode ser criativo e surpreendente mesmo para fazer coisas simples, que no caso do vídeo é virar uma página de jornal.
Enviado por: Bruno Araujo
terça-feira, 27 de março de 2012
Resumo do conto (Teoria do medalhão - Machado de Assis) e análise do realismo
Papéis avulsos
Resumo do conto (Teoria do medalhão) e análise do realismo
No conto à um diálogo familiar que acontece em uma noite às onze horas, após um jantar comemorativo dos 21 anos do filho. Quando pai e filho ficam a sós na sala, este aconselha o filho a se tornar um Medalhão, ou seja, um homem que ao chegar à velhice, tenha adquirido respeito e fama na sociedade do Rio de Janeiro do século XIX. Para tanto, será necessário que ele mude seus hábitos e costumes e passe a viver sob uma máscara, anulando os seus gostos pessoais e suas atitudes. E nisso disserta sobre a necessidade do filho de sempre manter-se neutro, usar e abusar de palavras sem sentido, conhecer pouco, ter vocabulário limitado etc.
“(...) A vida, Janjão, é uma enorme loteria; os prêmios são poucos, os malogrados inúmeros, e com os suspiros de uma geração é que se amassam as esperanças de outra. Isto é a vida; não há planger, nem imprecar, mas aceitar as coisas integralmente, com seus ônus e percalços, glórias e desdouros, e ir por diante.(...)”
Neste trecho fica clara a Veracidade que demonstra o que ocorre na sociedade sem ocultar ou distorcer os fatos.
“(...)- Tu, meu filho, se me não engano, pareces dotado da perfeita inópia mental, conveniente ao uso deste nobre ofício.(...)”
Neste demonstra o retrato fiel do personagem,ou seja, caráter, aspectos negativos da natureza humana.
“(...) Faz-se uma lei, executa-se, não produz efeito, subsiste o mal.(...)”
Nesse trecho e possível observar uma denúncia das injustiças sociais mostra para todos a realidade dos fatos.
Trabalho de: Beatriz Souza Carvalho
Assinar:
Postagens (Atom)






